Tecnologia 3D permite visitação de ambientes reais e acelera negócios em diversos setores

Startup traz para o Brasil solução de digitalização 3D de ambientes com visitação online. Setor imobiliário e cultural estão aderindo de olho em novas oportunidades.

A economia do Brasil vai crescer 0,5% em 2017, segundo previsão do Banco Mundial. O cenário, ainda pessimista, inicia um lento quadro de reversão do déficit comercial apresentado pela economia do país nos últimos dois anos. Neste ambiente de lenta retomada, o setor de serviços ressurge como a grande aposta para centenas de pequenos e médios empresários em todo o país, dispostos a encontrar novas maneiras de estimular o consumo nas mais variadas camadas sociais brasileiras.

O mercado imobiliário, valioso indicador do momento econômico do nosso país, volta a entrar em pauta com o desafio de converter os sonhos de quem quer comprar a casa própria em resultados reais. Em um meio tão carente de inovação, seguimos procurando e ofertando imóveis online da mesma maneira que o fazíamos quando os primeiros sites do segmento entraram no ar. Fotos chapadas, pouco profissionais e nem sempre confiáveis, contribuem muito para que tenhamos que, infelizmente, visitar imóvel por imóvel presencialmente, como em uma longa peregrinação, antes de tomarmos, de fato, nossa decisão. Isso gera custos para todas as pontas e onera o principal agente da economia formal do país, o cliente final.

É neste cenário de incertezas e oportunidades que nasce a brasileira iTeleport, empresa de tecnologia disposta a revolucionar a maneira como descobrimos e interagimos com imóveis virtualmente. A digitalização de espaços reais em 3D através de sensores infravermelho apresenta qualidade extremamente superior a soluções análogas no mercado, “escaneando” ambientes reais e os transformando em experiências virtuais detalhadas para os seus clientes em qualquer lugar do Brasil e do mundo.

A tecnologia, que encurta distâncias, e aumenta possibilidades, tem chamado à atenção de centenas do mercado imobiliário no país, com quase duzentos imóveis “teleportados” nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. A expansão continua e a jovem empresa busca agora parceiros dispostos a seguir transformando a experiência virtual de milhares de brasileiros em todo o país através do modelo de franquias especializadas (https://www.iteleport.com.br/franquias).

Chega de descrever e vamos nos Teleportar?

Links para alguns  trabalhos:

CASAhttps://www.iteleport.com.br/tour3d/mansoes-vale-dos-cristais/

FLAThttps://www.iteleport.com.br/tour3d/mont-hermon-21-sao-paulo-flat/

APARTAMENTOhttps://www.iteleport.com.br/tour3d/rua-timbiras-12-apto-131-casabella-imoveis-diferenciados-2/

 

Quem somos?

Engenheiro de Produção pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com especialização em Tecnologias 3D, o empreendedor Francisco Toledo fundou sua primeira empresa em 2013. Chamada de Atmmos, a startup se propunha a utilizar realidade virtual para engenharia e arquitetura, criando visualizações interativas de imóveis antes de eles ficarem prontos. Concorrendo com mais de 500 startups, a empresa de Toledo foi a vencedora da versão brasileira da Demo, principal concurso de startups do Vale do Silício (EUA), e que este ano se associou à Associação Brasileira de Startups.

Além do prêmio, Toledo ganhou direito a um pitch na edição global do evento nos Estados Unidos e, ainda, um período de aceleração da empresa na Plug and Play Tech Center, no Vale do Silício, entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015. Nesse período, Toledo observou a crescente adesão pela tecnologia de digitalização 3D e, desta forma, decidiu trazer para o Brasil um modelo bem sucedido em diversos países pelo mundo.

 

Sobre a iTeleport (www.iteleport.com.br)

A iTeleport é uma empresa de tecnologia 3D. Através de seus serviços, os mais variados ambientes podem ser escaneados e disponibilizados para visitação virtual online. Apesar da vocação para o setor imobiliário, a empresa tem amplificado sua atuação em outros setores, como o cultural, possibilitando que usuários conheçam melhor, primeiro de maneira virtual, os locais onde planejam fazer a visita presencial.