Robô movido a corda e com transmissão variável – Inovação Tecnológica

Robô mecânico

Por muito tempo, relógios e brinquedos moviam-se impulsionados não por baterias, mas por corda: você girava uma pequena borboleta que enrolava uma mola concêntrica; a mola ia então se desenrolando lentamente, fazendo o relógio funcionar ou o brinquedo andar.

Douwe Dresscher, da Universidade de Twente, na Holanda, constatou agora que os robôs podem ter um grande ganho se usarem um mecanismo similar – na verdade, um híbrido entre uma mola de relógio tamanho família e um sistema de transmissão variável, como o usado em alguns modelos de automóveis para eliminar a necessidade de troca de marchas.

O objetivo de Dresscher é reduzir o consumo de energia, permitindo que um robô funcione sem qualquer assistência ou manutenção por um período significativamente maior do que seria possível usando apenas baterias.

Ele está projetando robôs que inspecionem diques, barragens e outras estruturas importantes para que o mar não invada vastas áreas de seu país. Para isso, os robôs devem operar de forma autônoma de seis a oito horas por dia.

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