Processadores da Intel ajudam a trazer dinossauros brasileiros à vida

Na exposição “Dinos do Brasil“, no Catavento Cultural, em São Paulo (SP), você pode estar onde nenhum homem já esteve e ficar lado a lado com um dinossauro carnívoro de três metros de altura sem correr nenhum risco.

A mostra combina realidade virtual ao poder dos processadores da Intel para colocar os visitantes frente a frente com os dinossauros que viviam no Brasil há 250 milhões de anos em uma incrível vivência multisensorial. Além dos Oculus Rift, o projeto feito pela empresa VR Monkey depende dos processadores de alta performance da Intel para entregar uma experiência agradável.

“Só os processadores da Intel tinham os requisitos mínimos para rodar realidade virtual”, diz Pedro Kayaat, diretor executivo da VR Monkey. “Em realidade virtual, você precisa espremer todo o desempenho do computador. E os processadores de Intel deram um apoio muito forte”, conta. Graças aos processadores quad-core da Intel, foi possível criar uma experiência fluída para dar vida aos ambientes e aos animais de ‘Dinos do Brasil’. Qualquer tipo de falha de desempenho, de atraso, e a experiência se torna muito ruim. Não é algo passível de aceitar — pode dar enjoo, a pessoa passa mal”, explica Kayaat.

Em uma sala com 100 m² e 25 cadeiras, os visitantes são transportados para milhões de anos atrás durante 32 minutos. Em uma cápsula do tempo, as pessoas viram “comandantes” dessa viagem, capazes de visitar os mais variados locais: Rio Grande do Sul, Paraíba e São Paulo são alguns dos estados representados nos “Dinos do Brasil”.

Não espere ver o famoso velociraptor ou um tiranossauro rex na exposição, pois esses não viviam no Brasil. Porém, há animais tão interessantes e intrigantes quanto esses clássicos. Os nomes curiosos não vão te deixar esquecer dos gigantes que vagavam por aqui há milhões de anos atrás: Saturnália, Abelissauro, Irritator e Uberabatitan são alguns dos dinossauros brasileiros que a experiência apresenta. “Dinos do Brasil” viaja entre 250 milhões e 65 milhões de anos atrás, quando pelo menos 20 espécies de dinossauros habitavam o território brasileiro. Mesmo com asteróides eliminando 90% e 70% das espécies da Terra, a vida encontra um jeito de continuar existindo, nem que seja na realidade virtual.

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