Honda Energy encerra 2017 com crescimento na geração de energia limpa para as operações da marca

Desde o início das atividades do parque, mais de 400 mil carros já foram produzidos com energia limpa, evitando a emissão de 19 mil ton de CO2.

A Honda Energy encerrou 2017 com aumento de 5% no volume de geração de energia elétrica, comparado ao ano anterior. O parque eólico entregou 79.194 MWh de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional, responsável por coordenar e controlar todo o sistema de produção e transmissão de energia elétrica no Brasil.

No resultado acumulado desde janeiro de 2015, a geração de energia eólica chega a 221 mil MWh, volume que já viabilizou a produção sustentável de 403 mil carros.

Além de suprir a demanda de energia elétrica da unidade de Sumaré, no interior de São Paulo, onde estão localizados a fábrica de automóveis, o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento de Automóveis e o escritório sede da marca, a estrutura atende ainda o escritório administrativo da empresa em São Paulo (SP) e o centro logístico da LSL Transportes, empresa coligada, localizada em Paulínia (SP), responsável pelas operações de movimentação de materiais e abastecimento das linhas de montagem.

Alinhado aos esforços da Honda pela concretização de uma sociedade livre do carbono, as atividades do parque evitaram a emissão de 19 mil ton de CO2 ao meio ambiente, minimizando o impacto ambiental dos processos produtivos da marca.

Outro indicador positivo foi o fator de capacidade, que corresponde à proporção entre a geração efetiva do parque e seu potencial máximo de geração no ano. Em 2017, esse índice, altamente dependente do comportamento do vento, alcançou 33%, dois pontos percentuais acima do número de 2016, mostrando melhor aproveitamento dos ventos no período.

O parque eólico Honda Energy conta com nove aerogeradores, resultando em uma capacidade total de 27,7MW. Em uso pleno, o empreendimento alcança a geração de 85.000 MW/ano. Os equipamentos da Honda Energy estão entre os maiores do Brasil. As nove torres, com capacidade individual de 3MW, têm 94 metros de altura e o ponto mais alto do conjunto alcança 150 metros. As 27 pás, por sua vez, possuem 55 metros e 15 toneladas cada.

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus, de onde saiu a primeira CG, até hoje o veículo mais vendido do Brasil. De lá para cá, a unidade produziu mais de 23 milhões de motos, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Produtos de Força da Honda no País, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores, entre outros. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, hoje a maior administradora de consórcios do mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados. Em 1997, a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção do Civic, em Sumaré (SP), de onde já saíram mais de 1,7 milhão de veículos. Durante esses anos a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil. E a segunda planta de automóveis da marca foi construída na cidade de Itirapina (SP) porque muito mais está por vir. Saiba mais em www.honda.com.br e www.facebook.com/HondaBR