Esqueça os androides: A robótica vai se incorporar na matéria

Robótica integrada aos materiais

A robótica é sistematicamente apontada como uma das áreas tecnológicas mais promissoras há algumas décadas, mas não temos visto muitos robôs por aí.

E talvez nem mesmo devamos vê-los no futuro porque estamos com uma noção incorreta de como os robôs devem ser, argumenta um grupo de roboticistas das universidades do Oregon, Colorado e Yale, nos EUA, e da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça.

Em vez das figuras muito icônicas dos robôs humanoides e androides, a equipe afirma que a robótica não irá resultar em cérebros positrônicos dotados de corpos artificiais – os robôs serão cérebros introduzidas nos próprios objetos com os quais lidamos, algo como uma “matéria inteligente”.

Isso contesta a suposição básica de que os robôs são, ou “máquinas que executam bits de código”, ou “bots de software” interagindo com o mundo através de instrumentos físicos.

“Nós tomamos um terceiro caminho: um caminho que incorpora a inteligência na própria matéria de um robô. O futuro que estamos sonhando é aquele dos materiais ativados pela robótica, algo como os próprios robôs sendo integrados aos objetos do dia-a-dia,” disse o pesquisador Yigit Mengüç.

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