Como a Dra. Shirley Ann Jackson desafiou as barreiras raciais e de gênero para tornar-se o exemplo máximo em ciência

Apesar das dificuldades de crescer nos primórdios do movimento de direitos civis, quando as oportunidades para os afro-americanos eram, na melhor das hipóteses, limitadas, uma das cientístas mais produtivas do mundo superou todas as expectativas.

Em 1957, o mundo assistiu ao satélite russo Sputnik atravessar o éter, dando início à corrida espacial e acalentando inúmeros sonhos, enquanto uma geração de crianças imaginava-se como futuros inventores e exploradores, engenheiros e astronautas.

Uma dessas crianças era Shirley Ann Jackson, uma menina de 11 anos, natural de Washington, D.C., que acabaria por se transformar na primeira mulher afro-americana a conquistar um Ph.D. em física nuclear do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a ser chefe da Comissão de Regulamentação Nuclear (NRC) dos EUA, presidente do Instituto Politécnico Rensselaer (RPI) e a receber a Medalha Nacional de Ciências.

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