Cidades Inteligentes moderniza gestão e amplia acesso à internet, diz ministro

Gilberto Kassab participou nesta segunda-feira (28) de um encontro com 70 prefeitos da região do Triângulo e Alto Parnaíba, em Minas Gerais. “O carro-chefe do nosso ministério são as iniciativas ligadas às cidades digitais”, disse.

O programa Cidades Inteligentes é uma ferramenta de parceria importante para modernizar a gestão dos municípios e conectar a população à internet. A declaração do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, foi feita nesta segunda-feira (28) no Encontro dos Prefeitos Eleitos do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Uberaba (MG). O evento reuniu cerca de 70 gestores eleitos na região que tomam posse em 1º de janeiro de 2017.

Inicialmente chamado de Cidades Digitais, o programa Cidades Inteligentes constrói uma rede de fibras ópticas nos municípios, que também recebem um conjunto de aplicativos de governo eletrônico em áreas como saúde, educação e finanças públicas, além de conectar à internet praças de acesso livre para a população. Desde 2012, o programa já alcançou 71 cidades de todo o país. A nova etapa da iniciativa pretende criar cidades inteligentes ao integrar os serviços públicos à Internet das Coisas, o que vai permitir o monitoramento inteligente em áreas como transporte, segurança e iluminação pública.

Segundo o ministro, o MCTIC articula parcerias para a expansão do programa. “O carro-chefe do nosso ministério são as iniciativas ligadas às cidades digitais, que permitem integrar os serviços públicos e oferecer à população a oportunidade de acesso gratuito à internet. O ministério está se preparando para consolidar e aprofundar as parcerias, seja com parlamentares, por meio de emendas ao Orçamento, ou com os ministérios da Fazenda e do Planejamento”, disse.

Kassab também anunciou o apoio do MCTIC à expansão do Parque Tecnológico de Uberaba. Um grupo de trabalho será criado com representantes do ministério, prefeitura, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para discutir a criação do centro de empreendedorismo e inovação. Com mais de 1 milhão de metros quadrados, o parque abriga universidades, centros de pesquisa e órgãos de governo e oferece condições para a instalação de empresas de base tecnológica das áreas de TI, energia, meio ambiente, biotecnologia e agronegócio.