Chatbot é a nova e mais eficaz interface entre empresas e consumidores

Quantos avanços tecnológicos têm sido usados a favor de empresas e, sobretudo, ajudado consumidores, facilitando o dia a dia cada vez mais corrido e disputado que temos vivido? Muitos, certo? 

Mas poucas ou nenhuma dessas novidades terão o impacto no cotidiano dos consumidores do que os chatbots. Eles podem ser vendedores dos mais variados, assistentes de saúde, chefs de cozinha, recepcionistas, guias, atendentes ou o que mais nós, os seres humanos, tivermos a capacidade e inventividade de programá-los a fazer.
Não há limites para esta tecnologia.

É claro que o processo de programação e treinamento é algo delicado, mas com a somatória da inteligência artificial, powered by Watson, e do machine learning, construímos rapidamente uma boa estrutura de funcionamento e interação para o bot, integrando com outras plataformas e bases de dados que se fizerem necessárias para o serviço específico a que se destina.

Para vendas, por exemplo, como um agente cognitivo, detecta as necessidades e preferências do interessado, seja por mensagem texto ou voz, e oferece produtos e serviços mais aderentes às características repassadas pelo usuário durante a conversa. Tudo isso de maneira cada vez mais humanizada e até bem humorada, se for o caso.

Temos que ter muito claro que o foco da criação e desenvolvimento de um bot deve ser a valorização da experiência do usuário e a facilidade promovida pela tecnologia. Com isso em mente, a quantidade absurda de dados que conseguimos captar, organizar e separar nos dias de hoje, cuida do resto. Claro, como todo o “aprendizado” e treinamento necessários para que as respostas sejam cada vez mais assertivas e naturais.

Entre outros, um exemplo funcional e bem-sucedido de bot no site de nossa empresa, o Miguelito. De maneia simples e intuitiva, ele atende aqueles que acessam nossa página, guiando-os pelos diferentes links, respondendo perguntas comuns ou mais complexas, com muita objetividade e simpatia: www.mc.technology.

Aproveito e toco em um tema muito recorrente quando o assunto é inteligência artificial ou o seu uso específico nos chatbots. Muitos apontam essa tecnologia como algo que diminui a quantidade de vagas de empregos, substituindo o homem. Mas, na verdade, ela ajuda empresas a melhorarem sua performance e cria novas vagas e oportunidades de trabalho, utilizando o fator humano em áreas ainda mais estratégicas e relevantes. O Homem é sempre o protagonista de qualquer progresso de inovação.

Por: Miguel Carbone – CEO da MC – The New World Technology, parceiro merecedor de sete títulos IBM Champion consecutivos e uma das maiores autoridades em IA, analytics, banco de dados e IoT do Brasil.

Acesse:
MC – The News World Technology
Facebook – www.facebook.com/MCTechnologyBR/